
Atravessando a avenida ele insistia em resgatar doces lembraças,tentando assim suportar as dores do seu presente medíocre,olhando o asfalto tão seco quanto o seu coração,que agora não mas o sentia puro havia certo ódio.
Ela caminhava não sabia para onde ou para quê,apenas sentia que não podia ficar ali amortecida pelo tempo esperando por algo que jamais viera. encontrou pessoas no caminho,mas que caminho? esbarravam-se entre becos e ruas sujas e seus olhares nunca se encontravam.
Na esquina um vinho deliciosamente descia na garganta seca,houve um instante perdido mas em frente um vaso caiu das mãos,um casal trocaram carícias em meio aos latidos de cães,outros trancados em seus quartos e há aqueles virtualmente em seus desejos.
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