A mente como um túmulo cheia de mortas lembranças.
vagos instantes com sorrisos emplasticados alimentando toda hipocrisia contida.
A música fúnebre,nos olhos desespero,nenhuma lágrima rolou em sua face rígida apenas o corpo que tremia ao som de cada palavra inútil dos que ali estavam.
como enterrar as raivas,o desejo,as palavras não ditas e todos os momentos do qual não haviam tido?
nenhuma chance sequer...
Ficou por um momento à observar os ponteiros que marcavam todos minutos que mudaria sua vida. fitou o corpo imóvel à sua frente,aqueles olhos que tanto o procurava,aquela pele que a aquecia e que tantas vezes a deixava com frio.
Mastigando toda a angústia sua alma ali escureceu e de repente viu-se gritando.
preferiu abandonar-se caminhando naquela avenida de nadas do qual a esperava toda uma eternidade de sonhos mortos.
sexta-feira, 4 de maio de 2007
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